domingo, 9 de novembro de 2014




As lágrimas não têm regras, tanto são sorrisos de alma como amargas rugas que nela deixam os outros e a vida.
As lágrimas são um teclado desordenado e nunca afinado.
As lágrimas são intemporais.
As lágrimas reflectem o biorritmo de uma vida.
As lágrimas são o escadote por onde, desorganizadamente, aprendemos que há valores universais. Eu sei que os valores estão fora de moda mas não estão fora de mim.
As lágrimas são a enxuta simplicidade do sentimento.
 
Lisboa, 9 de Novº de 2014 - HFM

7 comentários:

Luis Eme disse...

pois são...

abraço Helena

jrd disse...

Quem mais derrama assim lágrimas?
Um abraço Helena.

ad astra disse...

saudade de te ler aqui

heretico disse...

cristalinas tais lágrimas!

feliz regresso.

cumprimentos

Teresa Durães disse...

Por vezes as lágrimas são tão violentas que não chegam a sair, é forte de mais.

Graça Pires disse...

Com as lágrimas desenhamos a sede, lentamente...
Gosto em voltar aqui, Helena.
Um beijo.

Antonio Baeta disse...

Parece-me que temos andado os dois arredados destas lides dos blogues e resolvemos voltar.
Curioso.
Deve ser o inverno a reclamar mais interioridade.